Casa Dior chinesa

Pergunte a qualquer empresário na China se a sua empresa tem qualquer traço de cópia, pirataria ou outro substantivo pouco abonador e a resposta será não. No máximo, há a desculpa de que é preciso beber de outras fontes para se inspirar.

Aqui, exemplo de outra fonte mesmo. Com leves mudanças, a fonte em que a palavra Dior aparece grafada é um pouco mais estreita do que a usada na tipografia da marca consagrada.

Coincidência, para ser simpático com os organizadores da CIFF, feira de móveis, acessórios e utensílios domésticos realizada de 3 a 6 de setembro em Cantão, no sul da China. Por que, afinal, pega mal apoiar expositores que claramente bebem demais de determinadas fontes.

O Casa Dior, que na concepção original tem a ver com o centro de craição de moda da marca, aqui aparece travestido de fábrica de acessórios domésticos, numa demonstração de que em terras chinesas ainda há gente que segue a cartilha do “Nada se cria, tudo se copia”.

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